segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Dia para falar do coração



http://ecreate.co/resources/231 

Hoje comemora-se o Dia Mundial do Coração e nós não podíamos deixar de falar dele, pois todos os dias lhe fazemos pedidos e à sua Luz! É assim: "Eu peço à Luz do meu coração que me ilumine, que me dê um dia feliz, tranquilo, alegre ... que eu seja amigo de todos, que eu seja amoroso, educado, que eu saiba partilhar, portar -me bem ...  ... ". Como temos muitas crianças pequenas a quem ainda é difícil de reter a atenção, a Leonor começou por nos mostrar uma canção feita por uma amiga (virtual) dela, que faz canções muito bonitas e que já conhecemos: a Alda! Ela tem as suas canções no youtube e nós fomos lá ouvir "O coração" :



E viram o comentário simpático que lá deixámos?

Amanhã a Leonor vai verificar o que nós retivemos deste tema e fazer o registo.

Já estão na parede as nossas fotografias. Alguns meninos estão tristes, porque a Leonor não tem as  suas molduras, embora  ela as tenha pedido, e tenha explicado como as utilizamos para nos organizarmos, na reunião de pais, no passado dia 15  ... ...

Informações



Após o contacto de uma mãe, e embora ainda vá enviar informação escrita para casa, quando alguns assuntos pendentes estiverem resolvidos, informo o que já é certo:

- Atendimento de pais é nas primeiras segundas-feiras de cada mês, entre as 15:30 e as 17:30, devendo os pais fazer marcação prévia, para que vários não se sobreponham ao mesmo tempo e evitar, assim, que percam tempo à espera.

- Vamos ao polidesportivo às terças-feiras, pelo que devem vir vestidos com roupa larga, preferência fato de treino. As sapatilhas, para quem ainda não as tem, devem vir o mais rapidamente possível e marcadas.

- Ainda não se procede à escovagem dos dentes, porque aguardo o envio dos Kits, mas antes disso ainda irá informação para casa.

- A visita de estudo será em Dezembro, mas oportunamente será dada mais informação relativa a este assunto.

Obrigada.

sábado, 27 de setembro de 2014

As fotos escolhidas dos Galeguitos Encarnados


sexta-feira, 26 de setembro de 2014

É para os cabides ficarem mais coloridos ... e a "Onda"

Sexta-feira ... passaram-se 15 dias de aulas e o saldo é bastante positivo, no que se refere à adaptação e trabalho na sala. Hoje não houve momento de pausa e a ideia era ouvirmos uma história - ouvimos a "Onda", já que só apetecia ir para a praia, e cantámos a canção " O mar enrola na areia" - e irmos logo para o recreio, para aproveitar o sol, mas depois, como a Leonor anda sempre com a cabeça a fervilhar de coisas, para aproveitar o resto de tintas que sobraram da semana, pois nada se pode estragar, fizemos o painel para os cabides, para ficar mais colorido, e no recreio, lá andou a Leonor a tirar mais umas fotos dos rostos ...

De manhã a Leonor apresentou-nos 3 amigos da sala que gostam de ir para casa dos meninos, mas que têm de os trazer no dia seguinte, para irem para casa de outros meninos. Ou seja, cuidam brincam e podem dormir com ele, mas não podem sujá-lo, estragar ou ficar com ele. Ele é de todos. Assim, mães, é um compromisso de cada criança e devem auxiliá-los a cumprir, trazendo-o para a escola no dia seguinte a o terem consigo. 
Os amigos são: o Tiago, de cabelo vermelho, o André, com boné azul, e o Pato João, que está a substituir o Ruca, que infelizmente ficou em casa de alguém e ficámos todos tristes com isso. Para que não volte a acontecer, a Leonor aponta o dia e que amigo levou, à frente do nome, no quadro das presenças.

Nós vimos o livro, mas aqui está o filme, para os apis verem em casa com os filhotes:



A canção, para cantarem:




O nosso filme:

 

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Este filme foi a pensar na mãe da Francisca ...

Pois foi mesmo: a pensar na Francisca e na sua mãe. Hoje negociámos um quarto de pera, quer ao lanche quer ao almoço, sem choros, sem ameaças de vómitos e não é que resultou? A imagem não tem som, é estática, mas o filme dá uma imagem mais real do tempo passado. E não há nada melhor do que saber negociar ...


E o dia de hoje foi assim ...

A novidade de hoje, e que ainda nem todos experimentaram, foi o barro e o blogue, para os mais novos. De manhã estivemos a ver os filmes desta semana e todos gostam muito de se ver e identificam-se bem. Terminámos os vidros, que estão lindos lindos, os mais velhos estiveram a fazer um trabalho na área da escrita, houve desenhos, jogos, cantinho das bonecas, recreio ... o normal para um dia com um pouco de sol e calor.
Também tirámos mais umas fotografias aos rostos, que faltavam, mas ainda temos de repetir o de 4 meninos, porque a Leonor, que é muito esquisita, não gostou muito das que tirou.





Vidros e tintas

Hoje pintámos os ... vidros! O sol que bate no muro em frente à nossa sala incomoda por demais as enxaquecas da Leonor  e por isso pintámo-los! Quem nunca tinha tido a experiência, uma vez que todos os anos os pintamos, diz ter ADORADO!

 

Olha quem eu sou ...

Porque é importante olharmo-nos, ver como e quem somos, saber descrevermo-nos para o outro, fizemos o registo e o nosso retrato.

(ainda falta o de algumas crianças...)



quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Recreio, sol e fotos ...

Depois do ginásio, lanchámos e a Leonor aproveitou o bocadinho de sol para dar um pouco mais de luz às fotos que depois irão ficar na nossa sala. Ainda falta tirar de novo a alguns meninos, porque não estão todos. Acho que vão gostar de ver os filhotes ... :)


Vamos ao ginásio todas as terças-feiras e é bom!

Como ontem esqueci a máquina na sala, aqui estão as fotos no ginásio. Será quase inútil dizer o quanto a criançada gosta e necessita deste espaço ... o material é que não é muito :(

A nossa ida ao ginásio vai acontecer todas as terças-feira, pelo que pedimos aos pais roupa adequada. 

Também pedimos aos pais que nos deixem, ensinem e ajudem a calçar e a descalçar o calçado, pois somos muitos e adultos só há dois na sala ;)

 

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

O diário do dia ...

Na sexta-feira já estávamos todos cansados e à espera do fim-de-semana e como já era hábito, os mais velhos do grupo "reclamaram" a sexta-feira como "dia livre, aquele em que fazemos o que queremos". "O que queremos" não é bem assim, mas é quase, ou seja, cada um escolhe o que quer fazer e sem grande intromissão dos adultos da sala.
Hoje, como já é habitual, cantámos o mantra, demos os bons-dias uns aos outros e com um beijinho, , pedimos "à luz do nosso coração um dia tranquilo, em que vamos ser amigos, saber partilhar, saber arrumar, comer tudo ao almoço, terminar os trabalhos, arrumar o que desarrumamos ..." e mais coisas que queiram acrescentar, cantámos 3 ou 4 canções e que ainda são as mesmas até que estejam aprendidas por todos e já era hora do lanche! Demoramos é muito tempo para beber o leite e comer a fruta ... e depois ficamos só com um bocadinho de tempo até ao almoço para fazer atividades. Hoje começaram as colagens, recorte e a pintura. De tarde estivemos a fazer os registos do fim-de-semana, momento para compreendermos a importância da palavra e da escrita. 
E muito importante: hoje nenhum menino ou menina chorou!


quinta-feira, 18 de setembro de 2014

O sujar-se na sala ...

O grupo tem neste momento 24 crianças:
- 5 crianças de 5 anos (2 frequentam pela primeira vez);
- 9 crianças de 4 anos (3 são condicionais e 2 frequentam pela primeira vez)
- 10 crianças novas de 3 anos (4 ainda têm 2 anos e fazem os 3 anos até dezembro)

Trabalhamos com tintas, com canetas, barro, colas ... material diverso e que suja. Este é o meu trabalho, este é o trabalho das crianças. Elas aprendem através das mãos, experimentando, fazendo, sujando ...

Assim, e como o tempo está sempre super-ocupado, solicito às mães para que as crianças tragam o bibe vestido de casa e como está muito calor, vistam-lhe roupa mais velha, pois eventualmente eles podem sentir calor e pedir para tirar o bibe. Não me peçam para vestir o bibe depois na sala ou para mudar a criança de roupa, para que não se suje ... não há tempo nem lembrança para tal e quando se está em atividade, não posso estar a interromper ou a ocupar a auxiliar para que faça aquilo que para vós, que tendes 1, 2 ou 3 crianças em casa parece tao simples, fácil e rápido. Quando estou a trabalhar com o grupo, lamento, mas não posso estar preocupada com a roupa. Compreendo que vos possa custar vê-los chegar com a roupa suja, tento que não se sujem muito, mas não vou impedir que façam a atividade para não se sujarem.

Obrigada pela vossa compreensão.

O que fizemos hoje?

Muitas coisas! Acabámos a porta, fizemos massa de cores (obrigada a quem trouxe farinha!), fomos ao recreio, ao ginásio, ouvimos a história "Desculpa", descansámos um pouco ... um dia em cheio! E cada dia que passa estamos cada vez a sentirmo-nos melhor e mais amigos uns dos outros!

 

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

2º dia - O puzzle

Este segundo dia já foi muito melhor! Umas lagrimazitas de manhã, a chorar pela mãe e pelo aconchego da casa e do colo, mas depois ficou tudo bem! Lanchámos e hoje o céu permitiu que fossemos ao recreio experimentar os triciclos e as trotinetas, jogar à bola, correr ... De tarde, a Leonor contou a história do Capuchinho Vermelho enquanto descansávamos ao som de uma música "relax" e depois estivemos a pintar o puzzle para a nossa porta. Não sabemos quem gosta mais da nossa porta enfeitada, se a Leonor, se nós ... 
Amanhã já vai haver tintas feitas e preparem-se, mães, para irmos com vestígios visíveis do nosso trabalho: tinta nos bibes! Por isso, apesar de nos enviarem com o bibe vestido, vistam-nos com roupa velhota, pois por vezes a tinta passa para a roupa, um amiga toca-nos, enquanto estamos a observar ... metemos um dedito às escondidas ...

Para amanhã precisávamos de farinha ... é que gastamos muita para fazer massa de cores e a Leonor esqueceu-se de pedir aos pais para trazerem para a sala. Quem pode colaborar?

 

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Hoje é o primeiro dia ...

Assim que cheguei a casa, e porque sei que muitas mães estão ansiosas e curiosas para saberem "como foi", vim direto para o computador, para vos passar as fotografias que foram possíveis de tirar ao longo do dia de hoje. 
O dia foi tranquilo, apesar de na manhã dois pequenitos e um grandito, mas que é a primeira vez que vem para o jardim de infância, terem choramingado um bocadito, o que é perfeitamente compreensível e aceitável.
Não deu foi para fazer a pintura que tinha planeado, mas ainda hoje foi o primeiro dia ...

 

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

E amanhã é o primeiro dia a sério ...


Quero agradecer aos pais que, na sua totalidade, estiveram presentes na reunião de hoje.
Desejo que amanhã seja um dia mais ou menos calmo, há que ser compreensivo para a alteração na vida das crianças que vão frequentar pela primeira vez e mesmo para as restantes. Também para mim e pessoal não docente será um novo ano, um novo grupo, crianças muito pequeninas ... vai correr tudo bem, com calma e paciência.
Vamos dando notícias por aqui para que os pais, os mais ansiosos e menos ansiosos, vão vendo como decorrem os dias e se tranquilizem.

Ah! E esqueci-me de dar os balões para encher e de contar dos nossos três amigos, que costumam ir à vez para casa dos meninos e meninas e voltarem no dia seguinte. É uma forma de as crianças cuidarem "daquele amigo especila" e de regressarem no dia a seguir à sala, para o devolver. O ano passado o Ruca ficou algures numa casa e como tal, para que não volte a acontecer, peço que os pais "entrem nesta brincadeira" e auxiliem os filhos a trazer de volta o "amigo" para a sala, pois outra criança o irá levar para sua casa.

Obrigada!

domingo, 14 de setembro de 2014

E amanhã ...

E amanhã há conversa na Galega Encarnada ...
Vamos dar as boas-vindas ao ano letivo 2014-2015! 
Não falte e terá um balão para encher ;)

Obrigada!




sábado, 13 de setembro de 2014

Reunião de Encarregados de Educação

Relembramos, apesar de todos terem sido contactados telefonicamente, da reunião na próxima 2ª feira, com a seguinte ordem de trabalhos:
- Calendário de atividades e horário
- Funcionamento do Estabelecimento/Sala
- Eleição dos representantes dos pais


A última reunião foi assim ... 


terça-feira, 2 de setembro de 2014

De volta ...

 E eis que já chegou setembro e acabaram as férias! Pois é, estamos de volta para um novo ano escolar e desejamos que este seja um ano feliz para todos nós: crianças - docentes - pais e assistentes operacionais, assim como para todos os demais profissionais que colaboram connosco. Também queremos referir, e desejar bom ano, aos que aqui e no Facebook nos visitam e nos deixam, por vezes, palavras simpáticas e amigas.
 Transcrevo um texto que li e partilhei no Facebook, por me parecer importante para os pais das crianças, principalmente para aqueles que vão frequentar a sala/Jardim de infância pela primeira vez, desejando que seja útil.

Fotos daqui


Alguns cuidados importantes no primeiro processo de adaptação da criança na escola



"O processo de adaptação na escola é um período de múltiplas integrações: criança-família, criança-escola, família-escola, não se restringindo apenas às crianças que ingressam na vida escolar. As mudanças de escola, de ciclo, de turma, de professores e até mesmo do período de férias para o período de aulas também implicam numa adaptação ou, ao menos, numa readaptação à rotina, espaço e pessoas.
Por mais que haja mudanças para as crianças e famílias que já frequentam o ambiente escolar, a grande transformação ocorre quando a criança vai pela primeira vez para a escola. Pais e filhos saem do conhecido meio familiar para um ambiente com caras e coisas às vezes bastante desconhecidas. De um lado, ganham novas possibilidades de relacionamento e aprendizagem; de outro, se deparam com certa dose de ansiedade, insegurança, incertezas e medos decorrentes da situação inédita.
Algumas crianças lidam muito bem com o que lhes é apresentado, nos primeiros dias ou em todos eles. Outras observam ao seu redor antes de experimentar o que lhes é oferecido, sozinhas ou com o apoio de alguém. Há aquelas que choram, gritam, esperneiam, emudecem, emburram, no meio de todos ou longe do buchicho. Existem crianças que adoecem, tamanho o estresse emocional. Tem as que grudam na mãe ou no pai e parecem que nunca, mas nunca mais, vão se desgrudar.
Do lado dos pais, as vivências também variam muito. Há os que se culpam em deixar o filho na escola para trabalhar; os que sentem alívio porque terão mais tempo para si mesmo ou para outras tarefas; os que experimentam um vazio enorme sem o filho do lado; os que mesmo sabendo que a escola tem uma equipe preparadíssima para cuidar de seu pequeno, morre de medo de não darem conta dele; os que dizem: “larga do meu pé!”; os que choram mais do que criança na hora da despedida, e muitos mais.
Cada pessoa é única e lida de modo muito particular com as mudanças, separações e novidades, de acordo com sua personalidade, maturidade emocional e momento de vida. Por isto, para garantir que a transição do ambiente familiar para o escolar transcorra da melhor maneira possível, é necessário:
1)      Estabelecer uma relação de confiança entre a escola e a família – mesmo que esta relação se estreite ao longo da convivência entre ambas, é fundamental que os pais sintam-se seguros com a escolha da escola, que deve ir de encontro ao que eles esperam do ponto de vista pedagógico, ético e financeiro. Pais inseguros com sua escolha transmitem insegurança para o filho.
2)      Participar a criança sobre seu ingresso na escola. Quando possível, levá-la para conhecer o ambiente escolar antes do início das aulas e deixá-la se envolver com a aquisição dos materiais e uniforme, se houver. Explicar o que vai acontecer é fundamental para que a criança não seja pega de surpresa. No entanto, é importante tomar cuidado com os exageros e expectativas de como se imagina que a adaptação transcorrerá com a criança. Nem sempre ela acontece da forma imaginada.
3)       Cumprir com os combinados e pedidos feitos pela a escola (muitas escolas fazem reuniões de pais antes do início das aulas para explicarem sobre o período de adaptação) – horários, o que a criança pode ou não levar consigo, participação, local e tempo de permanência dos pais. Ao cumprir com os combinados, a criança sente-se segura e começa a entender o funcionamento do ambiente, podendo, com isto, sentir-se pertencendo ao novo meio.
4)      Pai ou mãe acompanhar a criança no processo de adaptação. Salvo situações muito particulares, que devem ser discutidas e acertadas com a escola, a adaptação na escola é tarefa dos pais (de um deles ou ambos, de acordo com o que foi acertado com a escola). Por mais que os pais tenham seus compromissos e a criança seja cuidada por terceiros, o processo de adaptação é um momento em que os responsáveis pelos filhos devem fazer a passagem do ambiente familiar para o escolar.
5)      Reservar na agenda um tempo mais longo do que o estipulado pela escola para o período de adaptação. Nunca sabemos como a criança reagirá. Mesmo iniciando o período de adaptação com desprendimento, a criança pode ter, ao longo do processo, comportamentos mais retraídos, precisando da presença de um dos pais por mais tempo. Isto em geral acontece depois que ela percebe que a escola não é mais um lugar de passeio, mas um lugar onde passará parte do dia longe das pessoas/lugares que está acostumada a conviver.
6)      Evitar mudanças concomitantes com a fase de adaptação na escola: retirada de chupeta, fralda, mamadeira, paninho, troca de babá, residência, pequenas cirurgias, dietas, bem como manter rotina da criança em casa, evitando sobrecarregá-la com outras atividades. A escola, por si só, já é intensa o bastante.
7)      Só faltar às aulas se a criança estiver doente ou por motivos de força maior. Qualquer rutura pode atrapalhar o processo de adaptação.
8)      Evitar fotos e filmagens, que tiram todos do seu foco – crianças porque são convidadas a olhar para os pais, e pais, que não se desligam das crianças. A adaptação não é momento de festa, mas sim um momento de aprender como será a nova rotina.
9)      Não tecer comparações entre um filho e outro, entre um colega e outro. Cada criança é uma e por isto reage de maneira diferente diante de uma mesma situação.
10)   Se a criança tem irmão mais velho na escola, não lhe dar a responsabilidade de cuidar do mais novo. É importante que cada um tenha seu espaço assegurado, sem um peso que não lhe cabe.  Por isto é importante orientar o irmão mais velho a pedir ajuda para um adulto, caso o mais novo venha lhe solicitar.
11)   Diante de qualquer pedido da criança, fazer a ponte entre ela e o professor ou responsável. Desta forma a criança se vê autorizada pelos pais a fazer o mesmo na sua ausência.
12)   Nunca sair da escola sem se despedir da criança. Diga-lhe para onde vai (sala de pais, trabalho, casa) e em que momento vão se reencontrar (na saída da escola, em casa).
13)   Ao deixar a criança na escola, despedir-se dela, dizendo quando irão se reencontrar (na saída da escola, em casa – neste caso reafirme quem irá busca-la). Se é uma criança de colo, ela deve ser entregue ao professor ou responsável, sem esperar que ele faça o movimento de “tirá-la” do colo em que ela está. Com isto evita-se que a criança sinta que está sendo “tirada” do pai/mãe. Se a criança já anda, ela deve chegar na escola andando e não no colo.
14)   Durante o período de adaptação, se possível, evitar rodízio de carona ou transporte escolar. A saída da escola é um importante momento para observar como a criança está e conversar com o professor. Se isto não for possível, deixar claro para a criança como será feito o transporte e apresentá-la ao responsável pelo transporte antes do início das aulas.
15)   Conversar com a criança como foi o dia na escola, deixando-a falar livremente. Caso não queira falar, não insistir, mas observar se há alguma mudança significativa de comportamento em casa.
O tempo que cada criança leva para se adaptar à escola e à nova rotina varia muito de criança para criança. Por isto, nesta fase cheia de surpresas, além do que foi exposto acima, é muito importante que os pais possam reconhecer seus próprios sentimentos diante da situação que está sendo vivida. Assim, terão muito mais condições de reconhecer e dar suporte aos sentimentos, demandas e dificuldades do filho. Uma adaptação bem feita evita readaptações e é uma porta aberta para o bom desempenho escolar. Boas aulas!



 
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