segunda-feira, 25 de novembro de 2013

O "retiro" da Galega Mor


Podia ... podia ser um retiro espiritual, mas não é. Também não são férias, nem estudos. É mesmo por questões de saúde, que este blogue deixará de dar notícias até janeiro, pois é até essa data que a Galega Mor, como diz a amiga e colega "internética" Rosa Maria Alves, estará afastada da Galega Encarnada.
Peço aos pais que não se preocupem, pois as crianças estarão bem acompanhadas e serei substituída logo que possível.

Até lá ...

A nossa "horta"

Das alfaces que no ano letivo anterior a Isabel, mãe da Mónica, lá foi semear, nasceram agora estas lindas alfaces! A natureza é uma coisa fantástica e a Fluffy vai apreciá-las ...

domingo, 24 de novembro de 2013

Precisa-se família de acolhimento :)

Pois é ... precisamos de uma família, ou duas, que acolha a nossa coelha anã Fluffy e o nosso Piriquito Galego até recomeçarem as aulas em janeiro. Como já é habitual eles costumam ir passar as férias a casa de crianças da sala. Quem pode ficar com eles?

 Vejam aqui quando a nossa coelha foi adotada


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Que dia cheio ...

Aqui estão as imagens do dia preenchido de hoje. Desculpem, mas pus legendas nas fotos e estou cansada para explicar melhor o dia. Penso que as imagens "falam" melhor que as palavras que agora pudesse escrever.

 

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

As melhores prendas estão lá dentro ... ;)

Pois hoje dedicámo-nos à porta, que era uma coisa já muito falada por nós. Digamos que o Natal chegou mais cedo à Galega Encarnada :)
 Andámos num stress para ficar pronta, mas ficou! O tempo que resta à Leonor, antes do seu "retiro" é pouco e ainda havia tanta coisa para fazer ...:)

 

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Dia Nacional do Pijama

 Aqui estão as imagens que ilustram bem o nosso dia de hoje, que foi fantástico!!!

 

Pedimos a quem ainda não trouxe as suas Casas do Pijama com os donativos, que as  tragam o quanto antes. A nossa sala fez, até à data, um pouco mais de 100 euros!!! (Peço desculpa, mas esqueci o valor exato).

Foi muito bom, obrigada a todos os que colaboraram.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Parabéns a você ...

Parabéns à Verónica, que fez 6 anos, como a Lara.
 Fizemos uns registos para elas, mas peço aos pais que tragam uma tela, pois perdura mais no tempo e é mais fácil e rápido de realizar. Mesmo os meninos que já festejaram o seu aniversário podem trazer, se os pais assim o quiserem.

 

Ter direito a uma família

Pensámos hoje no que queríamos dizer a todas as crianças que não têm uma família e têm algumas dificuldades. Ser solidário com o outro, colocarmo-nos no lugar do outro, pensarmos que todos deveriam ter uma família e uma família feliz. Uma família que aconchegue, dê amor e amparo. Sempre.
Comemora-se amanhã a Convenção sobre os Direitos da Criança e nós comemoramos também o Dia Nacional do Pijama, sendo solidários para com todas as crianças que estão institucionalizadas e não têm uma família, mas a ela têm direito.



sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Já chegaram os kits para o Dia Nacional do Pijama

Chegaram hoje de manhã e já seguiram para casa das 23 crianças que estavam hoje na nossa sala. 
Aos pais peço a sua colaboração, preciosa, para realizar esta atividade solidária com sucesso.
Em Mundos de vida encontram mais informação.

A quarta é na Casa do Folhas

A quarta-feira é o dia quase todo dedicado ao mundo dos livros e lá fomos nós à Casa do Folhas com um pedido: gostamos tanto tanto da História da Carochinha, que pedimos à Ana para ela nos contar essa história. E como ela conta bem ...



Podem ver fotos no blogue do Folhas, aqui

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

O nosso marcador da Casa do Folhas

A Ana, que nos deu este marcador da Casa do Folhas, ainda não os viu, mas terminámos hoje os últimos e na próxima semana vamos mostar-lhe. Ficaram muito lindos ...

A garrafa chuveirinho

É uma experiência e seguimos o protocolo: uma caixa com água (usámos a caixa dos jogos, de plástico), um prego e uma garrafa plástica, mas que tenha tampa. Faz-se uns furos no fundo da garrafa, enchemos com a água da caixa, a Leonor tirou a garrafa e ... magia, como disse o Rafael: a água não caiu, mesmo furada. Porquê? Não soubemos explicar, mas quando a Leonor tirou a tampa, a água já caiu! Então, pensámos que foi porque entrou o ar, que não se vê, mas que empurrou a águ apara baixo e então a água já caiu. A Leonor explicou que existe uma coisa que se chama pressão atmosférica, que atua em todas as direções exercendo força através dos furos da garrafa e que por isso, a água fica dentro da garrafa e não cai pelos buracos que fizemos com o prego. Essa pressão não age diretamente na parte de cima da garrafa quando está fechada e é por isso que a água não cai, mas se tirarmos a tampa, a pressão atmosférica entra em ação e faz a água cair.

Alguns fizeram a experiência de manhã, mas tivemos de interromper para lanchar e então, quem não fez de manhã, fez de tarde. À tarde fizemos a nossa pequena pausa e depois de lavarmos os dentes, fomos fazendo o registo em desenho e escrito, quem terminou foi amassando a plasticina e outros foram ainda fazer a experiência, pois ainda não a tinham feito. E alguns, gostaram tanto tanto da experiência, que pediram à Leonor para lhes pôr uma cruzinha na mão, para lhes lembrar de fazer a experiência em casa. Será que fizeram?
Foi um dia de muito trabalho ...

 

Plasticina caseira e/ou experiência?

Hoje começámos duas coisas de manhã e terminá-mo-las à tarde: a plasticina caseira e a experiência da Garrafa Chuveirinho.
Quanto à plasticina caseira, verificámos que o sal não se dissolveu na água, porque a quantidade de água não foi sufuciente para dissolver o sal, mas era só daquela quantidade que precisávamos, por isso, a "hipótese" da maioria das crianças de que o sal se "derreteria" como o açucar, não se verificou
Experimentámos o quanto a farinha é macia e branca, como a neve, e depois medimos as quantidades da receita, que são as orientações que temos de seguir, para fazer a plasticina. Misturámos os ingredientes, mas não amassámos muito bem, porque queríamos ainda fazer a experiência da "garrafa chuveirinho", que vamos contar a seguir.


 

"Presos"

Quase terminado, mas já no espaço que lhe estava reservado: o trabalhado coletivo sobre o livro "Presos", de Oliver Jeffers

Presos

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

De onde vem o sal?

A propósito de irmos fazer plasticina caseira, pusemos hoje o sal dentro da água e ver se ele se dissolve até amanhã ou não. O sal dá o paladar à comida, mas em grande quantidade faz mal à saúde. À pergunta "De onde vem o sal?" quase todos dizem que ele vem do mar, mas muitos não sabem como é que ele chegou até nós e a Mónica e a Mariana pensam que são uns mergulhadores, que vão com umas taças apanhar o sal ao fundo do mar. Combinámos que logo que oportuno, vamos fazer um pequeno grupo, para ir pesquisar sobre o sal e depois apresentar o resultado ao grupo.
Amanhã vamos fazer a plasticina ...

Sal+água

S. Martinho

O Verão de S. Martinho verificou-se este ano: sol ameno, temperatura agradável, amigos e castanhas. Tudo bom!

S. Martinho

sábado, 9 de novembro de 2013

Os primeiros aniversários deste ano


  A Mia foi a primeira a fazer anos este ano letivo. Fez 4 anos no dia 28 de outubro.


A Lara é a mais velha do grupo e fez 6 anos. O seu aniversário foi no dia 30 de outubro. 



O Afonso Alves e a Catarina fireram ambos anos no dia 7 deste mês. O Afonso fez 4 anos e a Catarina fez 5 anos.



Desejamos-lhe uma vida cheia de alegria e felicidade.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Maria Castanha

Sexta é o dia que chamamos de "livre", mas não é bem assim ...
Hoje ao lanche ouvimos a história da Maria Castanha sem imagem e respondemos a algumas perguntas da Leonor, identificando o contexto, as personagens e o enredo da história. Depois do lanche vimos a história com imagem e decidimos fazer uma castanha gigante, que ficou assim:





O dia atarefado de quinta-feira

Foi um dia cheio de coisas: fotógrafa e 2 aniversários!


 

Tratamento de dados

Fizemos o tratamento dos dados do quadro de dupla entrada do quadro das presenças. Cada um contou as suas faltas e as suas presenças, identificaram quem tinha o mesmo número de presenças e faltas, quem faltou menos, quem faltou mais, quem não faltou ... aprendizagens importantes e que abrem caminhos ...
 

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Alguns momentos do dia de hoje

A Ana Cláudia, a animadora da componente de apoio à família, há dias emprestou este livro à Leonor e ela hoje contou-nos a história. Mas ela apercebeu-se que alguns de nós já a conheciam e, então, antes de ela contar o que ia acontecer, nós tínhamos que antecipar os acontecimentos da história, recorrendo à nossa memória. Adoramos o livro, que é este:


Agradecemos à Ana Cláudia, por ter emprestado o livro à nossa sala e decidimos, já que gostámos tanto da história, também fazer a nossa àrvore, e decidimos ser com as cores do outono - pois estamos nesta estação do ano! - e vamo-nos lá pendurar a nós, mais uns objetos da história. Ainda não terminámos, mas a nossa árvore hoje ficou assim:


Quando terminarmos, mostramos. 
Também já quase terminámos o nosso quadro das regras, mas ainda falta umas coisas. Ficou assim também:
Como já dizemos, foi elaborado a partir deste livro, que deixamos em apresentação, ainda que estamos ansiosos para ver a versão que a Ana, da Casa do Folhas, está a fazer para nós.





Mais "medos" que encontrei nas suas gavetas dos desenhos




Bully

Ontem fomos à Casa do Folhas ver este livro:

Primeiro a Leonor falou-nos quem era o Bully e o que devemos fazer se nos encontrarmos com um ou uma Bully, pois tanto pode ser um rapaz ou uma rapariga ou vários.  Assim, quando fomos ver o filme que a Ana preparou para nós, compreendemos muito bem o livro e conseguimos descrever as características de um Bully. Um Bully:
- não pára de ser mau para os outros e está sempre a pensar nisso
- pode morder
- pode dar pontapés, pode estar sempre a chatear
- diz asneiras
- atira pedras
- bate
- puxa os cabelos
-despeja a mochila
Os Bullies podem magoar por fora, fisicamente, no nosso corpo, ou por dentro, no nosso coração e ele fica partido em muitos pedaços, porque pode:
- gozar
- rir-se por nada
-irritar

"Se um Bully nos magoa, não lhe vamos fazer o mesmo, pomos uma mão à frente e empurramos", disse a Mariana, uma crescida da nossa sala.
Os Bullies têm uma espécie de máscara, mas por dentro também estão assustados e tentam parecer grandes e fortes, mas temos de ficar do mesmo tamanho.
"Os Bullies não podem assustar e bater", disse a Rafaela na sabedoria dos seus três aninhos.

Um Bully é quando alguém, de uma forma sistemática e continuada, exerce agressão, física ou verbal, sobre outro. Percebemos que é diferente de quando por vezes nos aborrecemos com um amigo, pois os amigos, às vezes, também se zangam e fazem coisas menos boas uns aos outros. Mas depois pedem desculpa e fazem as pazes.
 



sábado, 2 de novembro de 2013

Pão por Deus

Foi-lhes explicado a origem do dia de hoje, mas se alguns parecem ter retido alguma da informação, pelas questões e observações feitas acerca do tremor de terra que aconteceu na altura (1755) e o que fazer hoje, se acontecesse um tremor de terra, creio que os mais pequenos, pela complexidade do tema, não terão apreendido porque se falava hoje em Pão por Deus. Assim, pais, voltem a falar em casa, por favor, para que as crianças possam melhor adquirir conhecimento acerca desta data da nossa história.
Estivemos depois ocupados com uma tarefa: como a povoação fica ainda um pouco distante da escola para ir pedir aos vizinhos o Pão por Deus, decidimos que faríamos uns bolinhos para levar nós para casa e, assim, seria o Pão de Deus a ir para casa de cada um. Fizemos umas bolinhas de salame de chocolate e, uma vez uns, outra vez outros, todos ajudámos na sua confeção. Mas desde o pesar, amassar, embrulhar e pintar as caixas para os transportar, levámos todo o dia. Parece que levámos muito tempo a fazê-las, mas não foi, porque no acolhimento ainda cantámos, conversámos um pouco, depois pesámos os ingredientes e começámos a a amassar, interrompemos para lanchar, fomos 15 m ao recreio e fomos almoçar. De tarde,fizemos a nossa pequena pausa, lavámos os dentes, embrulhámos as bolinhas, pintámos as caixas, dividimos as bolinhas por cada um e deu 9 a cada, e fechámos com fita-cola. Só tivemos tempo de ir dar uma corridinha ao recreio e voltar logo, para nos prepararmos para o lanche. E, em menos de nada, estava a tocar!  ... ufa, foi cá uma trabalheira! Esperamos é que em casa tenham gostado das bolinhas, pois nós comemos as que sobraram e gostámos muito. Doces de vez em quando não fazem mal, pronto ...

 

A tarde muito assustadora

Na tarde do dia 31 combinámos todos, as 4 salas, ver na nossa sala o filme muito assustador "A casa assombrada" e comer pipocas. Mas, a meio do filme bateram-nos fortemente à porta e ouvimos uma voz terrível a dizer que queria pipocas. Abrimos a porta e foi uma gritaria geral: uma bruxa terrível e um fantasma! Mas sabem quem eram? A Sónia (a antiga) e a Maria João. Estavam tão giras ...

 
 

Os nossos medos e como os ultrapassar

O Dia das Bruxas não é uma tradição nossa e no nosso estabelecimento, ele não é vivido muito intensamente pela comunidade escolar. Contudo, este dia é uma boa altura para falar dos medos, que é a área que mais me interessa, do ponto de vista emocional e do desenvolvimento pessoal. Todos nós temos medos, na infância e ao longo da nossa vida, e saber identificá-los, enfrentá-los e arranjar uma estratégia para os superar é uma aprendizagem para a vida. Assim, passámos a manhã do dia 31, primeiro a escrever um feitiço terrível coletivamente, o que desenvolveu a nossa criatividade e desenvolvimento da linguagem oral e escrita e aqui está ele:

Seguidamente, acho  que foi a Verónica, que foi desenhar "a coisa" ou o animal que sairia deste feitiço e saiu uma coisa muito esquisita! A proposta seguinte era fazer um desenho ditado deste feitiço, mas foi proposta que não foi aceite pela maioria e então interessou-nos muito mais falar daquilo que tínhamos medo. Desenhámos os nossos medos e depois individualmente a Leonor escrevia-o no nosso desenho, mas isso não chegava:também tínhamos de pensar no que fazer para o ultrapassar e deixar de ter medo. 
Alguns malandrecos deram um outro destino ao trabalho, porque aqui não estão os 23 daquele dia, e devem tê-lo posto na sua gaveta. Deixamos aqui as pequenas delícias descritas pelas crianças. 
















 O Miguel também quis escrever e ler o seu feitiço. Uma delícia ...




 
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