sábado, 2 de novembro de 2013

Os nossos medos e como os ultrapassar

O Dia das Bruxas não é uma tradição nossa e no nosso estabelecimento, ele não é vivido muito intensamente pela comunidade escolar. Contudo, este dia é uma boa altura para falar dos medos, que é a área que mais me interessa, do ponto de vista emocional e do desenvolvimento pessoal. Todos nós temos medos, na infância e ao longo da nossa vida, e saber identificá-los, enfrentá-los e arranjar uma estratégia para os superar é uma aprendizagem para a vida. Assim, passámos a manhã do dia 31, primeiro a escrever um feitiço terrível coletivamente, o que desenvolveu a nossa criatividade e desenvolvimento da linguagem oral e escrita e aqui está ele:

Seguidamente, acho  que foi a Verónica, que foi desenhar "a coisa" ou o animal que sairia deste feitiço e saiu uma coisa muito esquisita! A proposta seguinte era fazer um desenho ditado deste feitiço, mas foi proposta que não foi aceite pela maioria e então interessou-nos muito mais falar daquilo que tínhamos medo. Desenhámos os nossos medos e depois individualmente a Leonor escrevia-o no nosso desenho, mas isso não chegava:também tínhamos de pensar no que fazer para o ultrapassar e deixar de ter medo. 
Alguns malandrecos deram um outro destino ao trabalho, porque aqui não estão os 23 daquele dia, e devem tê-lo posto na sua gaveta. Deixamos aqui as pequenas delícias descritas pelas crianças. 
















 O Miguel também quis escrever e ler o seu feitiço. Uma delícia ...




5 Comments:

Nélia Miguel Matias said...

É bom ouvir que não têm medo de verbalizar os seus medos, ainda bem.
E é muito giro que em cada medo há uma solução nem que seja agarrar-se ao móvel eheheheh
muito bom

Deve ser muito giro lidar com estas descobertas
Já sabe Leonor, obrigada pela partilha

Nélia (mãe da Inês e do Miguel)

Sala Encarnada said...

Pois ... eles diziam do que tinham medo, mas também tinham, a meu pedido, de encontrar uma solução para o ultrapassar :)

Rute (mãe da Verónica) said...

Viva os medos e os anseios...
O desenho da Verónica esquisito??... não percebi a observação.
Ela simplesmente projetou através do desenho livre o que interpretou, do que a Leonor pediu certamente.
Na minha opinião muito pessoal acho que esteve muito bem.
Na idade que estão ainda são muito novos para poderem interpretar o medo e saber na sua essência como vencê-lo.
Leonor, não sei se percebi, o que a Leonor quis dizer. Como tento ser ao máximo transparente nos meus comentários. Estou a transmitir o que senti ao ler.
Rute (mãe da Verónica)

Sala Encarnada said...

Rute, O desenho esquisito foi o que "saiu" do nosso feitiço coletivo, que está na primeira foto deste post. Já viu o que é desenhar "uma coisa" com aquelas características? Agora, o dela ... Estava perfeito ;)

Rute( mãe da Verónica) said...

Boa "noitissima", não sei se a palavra existe, mas sei que já é tardíssimo. Mas como estou a preparar trabalho, aproveitei para dar o feedback.
Eu então interpretei mal o que a Leonor quis dizer.
Sendo assim já entendi.:)) é que o pai ficou todo contente com o desenho da filha, e depois entendemos de forma errada a mensagem da Leonor. Beijinhos e obrigada pela atençaõ.
Rute (mãe da Verónica)

 
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