quinta-feira, 5 de maio de 2011

Maté

E quem é Maté? É uma mistura de Matias e Tomé, pois os irmãos não chegavam a consenso e a Leonor inventou este nome para a personagem principal da história que tínhamos de inventar para fazer parte de um livro de histórias colectivo, ou seja, uma história inédita de cada sala do estabelecimento, que é depois compilado pela Ana e estar pronto para ser apresentado na Feira do Livro, que será em breve.
Deixámos a história de grupo iniciada na semana passada, pois era muito grande, com muitas personagens (eram todos os meninos da sala) e com um enredo complicado e queríamos fazer a dramatização antes de a escrever ... mas como andámos a receber todas as turmas na nossa sala esta semana por causa do sangue, e como tínhamos de entregar a história até amanhã à Ana e os prazos são para se cumprir, hoje de tarde inventámos esta. A Leonor grande é que só disse o pormenor do tipo do sangue, pois não foi isso que andámos tanto a falar? e a história foi esta :
Maté
Era uma vez um menino que se chamava Maté, que é uma mistura de Matias com Tomé, e tinha dez anos. Ele vivia na Nazaré, no Bairro da Bela Vista.
O Maté vivia na Nazaré, andava sempre a pé, estudava no Colégio de Santo André e a professora chamava-se Maria José. Ele andava no 4º ano do 1º ciclo.
O Maté tinha muitos amigos e gostava muito de estudar. Ele já era muito crescido e muito responsável e atravessava sempre nas passadeiras, mas um dia, veio um carro louco, que não viu a passadeira, que não parou e o atropelou! Era muito sangue e veio a ambulância, que levou o Maté para o hospital.
O Maté partiu a cabeça, o braço direito e a perna esquerda. Como o Maté perdeu muito sangue, ele precisava de uma transfusão de sangue, mas o sangue do Maté era muito raro, era o sangue do tipo O-  e o hospital não tinha este sangue. Então, a mãe do Maté fez um pedido no colégio para que todos os adultos saudáveis e com mais de 50 Kg fossem ao hospital para dar sangue e poderem ajudar o Maté.
Os professores, os auxiliares e os pais dos amigos do Maté e ainda os pais dos meninos que apenas conheciam o Maté (não eram assim muito, muito amigos … eram mais conhecidos), foram dar sangue para o Maté e para ficar no banco de sangue do hospital.
O Maté depois da transfusão de sangue ainda ficou no hospital 15 dias e depois veio para casa no dia em que fazia 11 anos. Mas, quando ele chegou, as luzes estavam apagadas e toda a gente estava escondida. Então, quando ele acendeu a luz, todos disseram:
- “SURPRESA! PARABÉNS! FELIZ ANIVERSÁRIO, MATÉ!”
Depois deste dia e enquanto o Maté não foi à escola, os amigos, um de cada vez e um por dia, foram a casa do Maté ajudá-lo a estudar aquilo que a professora Maria José ensinava nas aulas e, ás vezes, até a professora Maria José o ia visitar e ensinar.
Assim, é importante para o coração e para a nossa vida, ajudarmo-nos uns aos outros e termos saúde, paz, amizade, carinho e o amor.

E vitória, vitória … acabou-se a história e vai um bocadinho de bolo da mãe Sónia!

(amanhã votamos o desenho que fizemos a seguir, pois só pode ser entregue um para ilustrar a história ...)

1 Comment:

Anónimo said...

Felizmente,uma historia bonita e que acaba bem!
Parabens,gostei.
Mae Isabel

 
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