sábado, 29 de maio de 2010

As nabiças de oferta

 Um menino do 1º ciclo ofereceu-nos pés de nabiça para plantar, com nome de sala e tudo! Como já não tínhamos canteiro, plantámos num vaso. Agora vamos tratá-las com carinho e vê-las crescer.
Obrigada, amigo ...




sexta-feira, 28 de maio de 2010

Desenhos "A que sabe a lua?"

Lembram-se que estivemos a semana passada na Casa do Folhas e lemos a história "A que sabe a lua?" e ficámos de fazer um trabalho sobre a história utilizando cartolinas escuras e giz, de preferência branco? Voltámos lá para reler a história e fazer o trabalho. Este foi o resultado. Quem colocou os desenhos no placar foram o Rodrigo, a Inês e a Carolina.

Desfile de moda

Na quarta-feira recebemos uma carta das nossas mascotes solicitando o nosso auxílio para escolhermos dois de nós para representarem a nossa turma num desfile de moda para a comemoração do Dia do Ambiente, que se comemora proximamente. Como não sabíamos bem o que era um Desfile de Moda, nós fizemos um, depois de a Leonor nos ter explicado o que se pretendia, o que iríamos fazer e escolher quem desfilasse melhor, aliado ao facto de vermos que mães nos poderiam auxiliar. Assim, depois do desfile, vimos que deveria ser um mãe mais disponível. Os meninos escolhidos foram a Margarida Miranda e o Martim. Estamos ansiosos para os ver desfilar e, para já, ficam aqui as fotos do nosso desfile.
Este desfile também foi importante, principalmente para aqueles que de nós, às vezes, têm alguma dificuldade em se exporem perante os outros.
Ah, é verdade: fingimos que as mesas eram a passerele, mas sabemos bem que não podemos andar em cima delas.

Semana da Leitura do Centro Social e Paroquial do Milharado

Na quarta-feira, a Margarida Miranda e o Gonçalo foram os representantes da nossa sala que acompanharam os professores Pedro e Cristina Gonçalves ao Centro Social e Paroquial do Milharado. Tinham por missão ouvir muito bem o que lá se iria contar e ver. E não é que eles recontaram tudo muito bem? Pois é ... a Leonor contou depois ao Pedro, para ver se eles tinham conseguido recontar, e o Pedro disse que não se lembrava de mais nada a acrescentar ao que eles nos tinham contado, a não ser que o Gonçalo tomou até a iniciativa de falar com o Senhor Comandante Miguel, dos Bombeiros da Malveira. A Leonor ficou muito contente com eles.
Para verem como foi, têm de ir aqui, à Casa do Folhas.

Tudo se desenha com uma linha

Na terça-feira estivemos a falar de linhas curvas e de linhas rectas, que são as linhas com que se desenham as letras, os números e os nossos desenhos. Ainda falámos de linhas paralelas, abertas e fechadas. Todos percebemos a importância das linhas no nosso dia-a-dia: nos desenhos, na escrita, nos números, nos projectos das casas e de outros objectos, nas estradas ... em todo o lado.


Depois, no dia seguinte de manhã, fomos à Casa do Folhas ver este e outros filmes que adorámos e que era todo feito só com linha.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Aula de aeróbica com a D.Isabel, mãe da Bárbara

Na terça-feira, foi a vez da D.Isabel, vir dar-nos uma aula de aeróbica. Ficámos a transpirar, mas foi muito divertido. Obrigado, D.Isabel, pois gostámos muito, muito mesmo. E quem adorou foi ... a Bárbara, a sua filhota.

O violino da Margarida



Na segunda-feira comemorámos o aniversário da Margarida Miranda e ela levou uma das prendas que recebeu:um violino, pois ela precisa praticar em casa, após as aulas. Ela já faz melhor que muitos de nós e vai tocar melhor ainda, se praticar muito, pois para termos os resultados que desejamos, seja no que for, temos de trabalhar para isso. E ela vai conseguir! Além de tudo, ficámos com a promessa de a mãe nos vir contar uma história acompanhada por violino!


A mãe, a D. Leonor, fez alguns jogos no recreio com alguns meninos. Foi muito divertido!

sábado, 22 de maio de 2010

Na Casa do Folhas ... com folhas, canções, matemática e mais ...

 Na quinta-feira de tarde fomos pela segunda vez nesta semana, e quando lá não estava ninguém, à Casa do Folhas para" mudarmos de ares" e ouvirmos a história sem ser na nossa sala. A Leonor escolheu o livro que lhe cheirava bem: "A que sabe a Lua?" de um senhor que se chama Michael Grejniec e, aproveitando a ligação da Juca - obrigado, Juca! - podem rever a história aqui

Pensámos, mas ainda não fizemos, desenhar com giz branco em cartolina preta ou azul escura, pois a lua é branca num céu escuro. No ano passado desenhámos em cartolina preta com giz branco e em papel branco com pedacinhos de carvão que apanhámos no recreio e ficaram uns desenhos bem bonitos!

Esta sexta-feira, como todas as sextas-feiras, fomos à Casa do Folhas e, finalmente, levámos a história que há 15 dias inventámos e ilustrámos colectivamente. A história é da terrível bruxa Leonor que transforma os Galeguitos Encarnados em animais quando estes iam de visita ao Jardim Zoológico e ... e mais não contamos agora!
 (fotos do Pedro)
Esperamos que o Pedro tenha fixado a história com os seus neurónios, pois nós, 15 dias depois, ainda cada um de nós se lembrava da sua parte e do seu desenho, e nos faça aquilo que lhe pedimos, ele que também é perito em informática!
Depois o Pedro ainda nos quis contar esta história e quase todos de nós ainda se lembrava das formas geométricas!

Ora ainda aprendemos a dizer livro em Inglês - BOOK - e o Pedro ainda nos brindou a cantar em alemão, quando a Leonor se lembrou da canção "O meu chapéu tem 3 bicos", a propósito das formas ... foi lindo!
Como não conseguiu cantar a mesma canção em inglês ... o conselho foi que treinasse ... e onde, a conselho do Rodrigo? Mesmo sem imagem, pois a máquina ficou esquecida, mas ligada, fica o registo da palavra ...



Qual o nosso peso? Qual a nossa altura?

A Leonor levou dois instrumentos de medida para a sala: uma balança para nos pesarmos e um metro para nos medirmos. Para quê? É para uma actividade ligada ao passado Dia da Saúde, que se comemorou quando estávamos de interrupção lectiva.
Esta balança é diferente das balanças que as mães têm na cozinha, mas ambas servem para pesar. As primeiras, as que temos habitualmente nas casas-de-banho, servem para pesarem as pessoas, e as segundas, servem para pesar os ingredientes para cozinhar.O metro serve para medir objectos e para medir a nossa altura, mas medimos as mesas, as cadeiras, o tapete ... enfim, imensas coisas. E a Leonor ainda nos mostrou uma fita métrica de costureira, que serve para tirar as medidas do nosso corpo para fazer as roupas, por exemplo.



O nosso caracolário

Fomos ao parque na quarta-feira e o Matias, que adora animais, recolheu imensos caracóis num copo e alguns eram tão bebés! Então resolvemos trazê-los para a escola para eles crescerem em segurança e fizemos um "Caracolário"! Aproveitámos o aquário que gentilmente a mãe da Margarida Dias nos tinha oferecido no início do ano para pormos os peixinhos e que a nossa coelha Fluffy fez o favor de roer os fios num dos seus passeios. Colocámos pedrinhas do aquário, as conchas que a Joana tinha trazido já há dias, uns pauzinhos que tínhamos na nossa caixa da reciclagem e pedacinhos de relva que fomos buscar aos nossos canteiros ...
Mas sabemos pouco da vida deles e vamos ter de saber mais. Sabemos que eles são muito limpinhos, que gostam de couves e de alface ... ai, ai ... sabemos pouco deles!
Alguém quer dar uma ajuda?

sexta-feira, 14 de maio de 2010

O avião da Leonor

Há muitos, muitos dias atrás que a Leonor contou que quando era pequena, gostava tanto de aviões como o João e que o pai dela lhe deu um quando ela passou no exame da 4ª classe, agora o 4º ano do 1º ciclo. Ora o João andava já um pouco cansado de pedir à Leonor que não se esquecesse de levar o avião dela e ela hoje lembrou-se e levou-o para a mostrar na Casa do Folhas! E muito velhinho, pois ele já deve ter uns ...38 anos! Mesmo velhinho! Olhem lá se não é:
Ainda nos recordámos do que são os transportes aéreos, terrestres e marítimos, que já tínhamos falado noutra altura. De seguida ouvimos uma história que o Pedro nos quis contar do José Fanha.

Sala 1 a plantar manjericos

A sala 1 também apareceu a plantar os seus manjericos:

O nosso canteiro de flores

Hoje a Professora Susana da sala 1, mãe do Matias e da Joana, deu-nos 12 pés de manjericos e fomos plantá-los no nosso canteiro. Já tinhas raízes, que são as "boquinhas" das plantas, por onde elas se alimentam. Para crescerem necessitam de luz, de água e, claro, de terra. Também aproveitámos para plantar a nossa pequena planta que cresceu da semente de um abacate. Se crescer ...temos árvore! E frutos!

Como foi a Maratona da Poesia?

Para saber como foi e como participámos, vá aqui, à Casa do Folhas...

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Dia da Espiga

Como hoje é feriado no concelho de Mafra, comemorando-se o Dia da espiga, ontem fomos ao campo apanhar o nosso raminho. 

 

Não apanhámos toas as plantas como nos diz a Wikipédia: "O Dia da espiga ou Quinta-feira da espiga é celebrado no dia da Quinta-feira da Ascensão com um passeio matinal, em que se colhe espigas de vários cereais, flores campestres e raminhos de oliveira para formar um ramo, a que se chama de espiga. Segundo a tradição o ramo deve ser colocado por detrás da porta de entrada, e só deve ser substituído por um novo no dia da espiga do ano seguinte.
As várias plantas que compõem a espiga têm um valor simbólico profano e um valor religioso. Crê-se que esta celebração tenha origem nas antigas tradições pagãs e esteja ligada à tradição dos Maios e das Maias.
O dia da espiga era também o "dia da hora" e considerado "o dia mais santo do ano", um dia em que não se devia trabalhar. Era chamado o dia da hora porque havia uma hora, o meio-dia, em que em que tudo parava, "as águas dos ribeiros não correm, o leite não coalha, o pão não leveda e as folhas se cruzam". Era nessa hora que se colhiam as plantas para fazer o ramo da espiga e também se colhiam as ervas medicinais. Em dias de trovoadas queimava-se um pouco da espiga no fogo da lareira para afastar os raios.
A simbologia por detrás das plantas que formam o ramo de espiga:
  • Espiga – pão;
  • Malmequer – ouro e prata;
  • Papoila – amor e vida;
  • Oliveira – azeite e paz;
  • Videira – vinho e alegria e
  • Alecrim – saúde e força."
Dia da Espiga
  • A Quinta-feira da Ascensão é uma festa religiosa católica. Há locais onde é mesmo um dia feriado.
    Celebra a ascensão de Jesus ao Céu, depois de ter sido crucificado e de ter ressuscitado (A Ressurreição é o que a Páscoa celebra).

    A história é esta:
    Quarenta dias depois da Ressurreição, Jesus apareceu pela última vez aos seus discípulos, em Jerusalém, e levou-os ao Monte das Oliveiras.
    Depois de lhes ter renovado a promessa do Espírito Santo, ergueu as mãos ao céu e abençoou-os. Nesse instante começou a elevar-se no ar e não tardou que uma nuvem o escondesse dos olhos deles. Como estes continuaram a olhar o céu, apareceram-lhes dois anjos a anunciar que Jesus voltaria do mesmo modo que o viram subir.
    Então os discípulos deixaram o Monte das Oliveiras e regressaram a Jerusalém.

  • Este dia (a Ascensão) ocorre cerca de quarenta dias depois da Páscoa, e é sempre a uma quinta-feira.

  • E, também, sempre nessa data, celebra-se o Dia da Espiga ou Quinta-feira da Espiga.

  • Tradicionalmente, de manhã cedo, rapazes e raparigas vão para o campo apanhar a espiga e outras flores campestres.
    Com elas, formam um ramo com: espigas de trigo, folhagem de oliveira, malmequeres e papoilas. O ramo pode também incluir centeio, cevada, aveia, margaridas, pampilhos, etc.

  • Cada elemento simboliza um desejo:



      - A espiga = que haja pão (isto é, que nunca falte comida, que haja abundância em cada lar) - O ramo de folhas de oliveira = que haja paz (lembra-te que a pomba da paz traz no bico um ramo de oliveira) e que nunca falte a luz (divina). (Dantes as pessoas alumiavam-se com lamparinas de azeite, e o azeite faz-se com as azeitonas, que são o fruto da oliveira.) - Flores (malmequeres, papoilas, etc.) = que haja alegria (simbolizada pela cor das flores - o malmequer ainda «traz» ouro e prata, a papoila «traz» amor e vida e o alecrim «traz» saúde e força)

  • O ramo é guardado ao longo de um ano, até ao Dia de Espiga do ano seguinte, pendurado algures dentro de casa.

  • Acredita-se que este costume, que surge mais no centro e sul de Portugal, nasceu de um antigo ritual cristão, que era uma bênção aos primeiros frutos.

  • No entanto, por ter tanta ligação com a Natureza, pensa-se que vem bem mais de trás no tempo, talvez de antigas tradições pagãs associadas às festas da deusa Flora que aconteciam por esta altura e às quais se mantém ligada à tradição dos Maios e das Maias.

  • Hoje em dia, nas grandes cidades, as pessoas já não vão colher o Ramo da Espiga (nem há onde...), mas há quem os venda, tendo-os colhido e atado, fazendo negócio com a tradição... E ajudando a preservá-la.

 



Maratona da Poesia

No dia 11, terça-feira, comemorou-se o Dia Mundial da Poesia, e nós participámos recitando a poesia "A língua do Nhem" da Cecília Meireles. Todos participámos, cada um recitando uma frase do poema, na videoconferência com a EB, 2,3 da Venda do Pinheiro. A Inês, que lá se deslocou com a Professora Cristina Gonçalves representando a nossa turma, disse que nos viu muito bem.
Aqui fica um dos ensaios, mas garanto que no dia, o poema saiu muito melhor:


Olha os nossos bichos de estimação novos ....

A Bárbara trouxe-nos esta surpresa: bichos-da-seda! Um é às riscas e outro é branco. Porquê? Como não sabíamos, os meninos levaram como TPC descobrirem em casa. A Carolina e a Margarida Miranda trouxeram-nos a resposta: o das riscas é o macho e o branco é a fêmea. Só comem folhas de amoreira. Agora vamos observar o que vai acontecendo nos dias seguintes e começámos por os desenhar.
Obrigado à Mãe Isabel.

domingo, 9 de maio de 2010

Preparando a Maratona da Poesia

Na sexta-feira fomos à Casa do Folhas e levávamos duas surpresas: uma era a poesia da Cecília Meireles, que já todos os meninos levaram para casa, para ensaiarem com os pais a frase da poesia que vão dizer e a segunda e a segunda coisa, não tivemos tempo de mostrar e pode ser que amanhã haja tempo para mostrar.
E aqui estão algumas fotos, que também estão na Casa do Folhas, do nosso pequeno ensaio em vídeoconferência com a E B 2,3 da Venda do Pinheiro, em particular com a auxiliar Patrícia, para tudo sair bem na terça-feira, dia da Maratona da Poesia.

sábado, 8 de maio de 2010

Massa de cores

Com a história que a Mãe Marilúcia nos contou, falámos da importância do dormir e do que fazer quando não temos sono, mas principalmente não devemos ver televisão, que ainda nos desperta mais. Também falámos, e já tínhamos falado noutros momentos, das pessoas que não podem dormir de noite e têm, por isso, profissões nocturnas. No dia seguida, e como tínhamos farinha fora do prazo, isto é, que já não se pode consumir, mas aproveita-mo-la para fazer massa ... de cor!



Divertimo-nos imenso!

O Matias conta ...

E no dia seguinte, o Matias também nos quis contar uma história:

A Marilúcia conta ...

Esta semana foi a Marilúcia, a mãe do Gulherme que nos veio contar esta história:

 E trouxe consigo uma surpresa cheirosa e ... gostosa para dias de festa:

 
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