domingo, 28 de fevereiro de 2010

O amor é ...

Tal como prometi à Sala 4 e à Professora Carla Vilar, aqui mostro a surpresa que nos fizeram na terça-feira:

Muito obrigado, Carla e amigos da Sala 4!

sábado, 27 de fevereiro de 2010

O que nós gostamos de fotografar

Nós gostamos cada vez mais de tirar fotografias, especialmente o Tomás e a Inês. E pronto ... aqui publicamos o que eles mais gostam de fotografar.

Levo-te a maqueta da Casinha de Chocolate e conta-me um conto ...

Na sexta-feira lá fomos nós à Casa do Folhas ouvir a história "O livro da família"(Tod Parr), e até veio muito a propósito, pois já trabalhámos esta temática na sala e, como terminámos durante a semana a nossa maqueta da Casinha de Chocolate, quisemos leva-la para o Pedro ver.

Estava lá a Susana, que é a professora bibliotecária da Venda do Pinheiro, e ela também gostou muito do nosso trabalho. Agora ficou lá uns dias para os outros amigos verem.

O problema da semana ...

Na segunda-feira soubemos que a Leonor, a Galega mais crescida da nossa sala, e a Susana, a educadora da Sala Amarela, faziam anos no dia seguinte e queríamos-lhes cantar os parabéns, mas:
O problema: não tínhamos bolo.
Hipóteses:
1- A Leonor trazia o bolo, mas ela disse:
- que não tinha tempo para fazer;
- não tinha dinheiro para comprar feito;
- o Guilherme disse que a mãe dele lhe fazia um bolo amarelo, que é a cor preferida dela (obrigado, Guilherme!)
- outros meninos disseram que as mães faziam o bolo.
Mas ela não aceitou nenhuma das hipóteses de as mães fazerem o bolo, pois as mães também não têm tempo.
Então, que solução podíamos encontrar?
- Fazer um bolo na sala, pois claro!
E resolvemos fazer um salame de chocolate gigante! Em forma de centopeia, como no livro que vimos na sexta-feira na Casa do Folhas. Ficou lindo! Usámos meia dúzia de ovos, que são 6, bolachas, açúcar e chocolate magro preto, que é o mais saudável. Ficou muito bom!
Aqui está a foto do bolo:

E aqui mais algumas fotos:


Logo de manhã, o Tomás e o Rodrigo foram à Arrumação e voltaram com uma linda prenda para a Leonor: arranjaram uma caixa que tinha lá dentro uma ... chupeta! Foi uma gargalhada geral e não é que a Leonor teve de a pôr ao pescoço? Ficava mesmo linda ...
Ainda a canção que alguns meninos quiseram cantar para surpreender a Leonor:

Muito lindos e brincalhões ...

Contra a escola armazém

Porque me parece muito interessante a opinião de Daniel Sampaio, transcrevo aqui o que ele diz sobre esta temática:

Contra a escola-armazém

Daniel Sampaio

Merece toda a atenção a proposta de escola a tempo inteiro (das 7h30 às 19h30?), formulada pela Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap). Percebe-se o ponto de vista dos proponentes: como ambos os progenitores trabalham o dia inteiro, será melhor deixar as crianças na escola do que sozinhas em casa ou sem controlo na
rua, porque a escola ainda é um território com relativa segurança.
Compreende-se também a dificuldade de muitos pais em assegurarem um transporte dos filhos a horas convenientes, sobretudo nas zonas urbanas: com o trânsito caótico e o patrão a pressionar para que não saiam cedo, será melhor trabalhar um pouco mais e ir buscar os filhos mais tarde.

Ao contrário do que parecia em declarações minhas mal transcritas no PÚBLICO de 7 de Fevereiro, eu não creio à partida que será muito mau para os alunos ficar tanto tempo na escola. Quando citei o filme Paranoid Park, de Gus von Sant, pretendia apenas chamar a atenção para tantas crianças que, na escola e em casa, não conseguem consolidar laços afectivos profundos com adultos, por falta de disponibilidade destes. É que não consigo conceber um desenvolvimento da personalidade sem um conjunto de identificações com figuras de referência, nos diversos territórios onde os mais novos se movem.
O meu argumento é outro: não estaremos a remediar à pressa um mal-estar civilizacional, pedindo aos professores (mais uma vez...) que substituam a família? Se os pais têm maus horários, não deveriam reivindicar melhores condições de trabalho, que passassem, por exemplo, pelo encurtamento da hora do almoço, de modo a poderem chegar mais cedo, a tempo de estar com os filhos? Não deveria ser esse um projecto de luta das associações de pais?

Importa também reflectir sobre as funções da escola. Temos na cabeça um modelo escolar muito virado para a transmissão concreta de conhecimentos, mas a escola actual é uma segunda casa e os professores, na sua grande maioria, não fazem só a instrução dos alunos, são agentes decisivos para o seu bem-estar: perante a indisponibilidade de muitos pais e face a famílias sem coesão onde não é rara a doença mental, são os promotores (tantas vezes únicos!) das regras de relacionamento interpessoal e dos valores éticos fundamentais para a sobrevivência dos mais novos. Perante o caos ou o vazio de muitas casas, os docentes, tantas vezes sem condições e
submersos pela burocracia ministerial, acabam por conseguir guiar os estudantes
na compreensão do mundo. A escola já não é, portanto, apenas um local onde se dá instrução, é um território crucial para a socialização e educação (no sentido amplo) dos nossos jovens. Daqui decorre que, como já se pediu muito à escola e aos professores, não se pode pedir mais: é tempo de reflectirmos sobre o que de facto lá se passa, em vez de ampliarmos as funções dos estabelecimentos de ensino, numa direcção desconhecida. Por isso entendo que a proposta de alargar o tempo passado na escola não está no caminho certo, porque arriscamos transformá-la num armazém de crianças, com os pais a pensar cada vez mais na sua vida profissional.

A nível da família, constato muitas vezes uma diminuição do prazer dos adultos no convívio com as crianças: vejo pais exaustos, desejosos de que os filhos se deitem depressa, ou pelo menos com esperança de que as diversas amas electrónicas os mantenham em sossego durante muito tempo. Também aqui se impõe uma reflexão sobre o
significado actual da vida em família: para mim, ensinado pela Psicologia e Psiquiatria de que é fundamental a vinculação de uma criança a um adulto seguro
e disponível, não faz sentido aceitar que esse desígnio possa alguma vez ser bem substituído por uma instituição como a escola, por melhor que ela seja.
Gostaria, pois, que os pais se unissem para reivindicar mais tempo junto dos filhos depois do seu nascimento, que fizessem pressão nas autarquias para a organização de uma rede eficiente de transportes escolares, ou que sensibilizassem o mundo empresarial para horários com a necessária rentabilidade, mas mais compatíveis com a educação dos filhos e com a vida em família.

Aos professores, depois de um ano de grande desgaste emocional, conviria que não aceitassem mais esta "proletarização" do seu desempenho: é que passar filmes para os
meninos depois de tantas aulas dadas - como foi sugerido pelos autores da proposta que agora comento - não parece muito gratificante e contribuirá, mais uma vez, para a sua sobrecarga e para a desresponsabilização dos pais.

© Copyright PÚBLICO Comunicação Social SA

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Janelas enfeitadas

Na sexta-feira, enquanto uns meninos se dedicavam ao comboio do Martinho,outros à Casinha de Chocolate, outros a limpar os animais e outros a brincar na garagem ... a Margarida Miranda e a Beatriz Simão dedicaram-se a enfeitar as nossas portas, com muita dedicação, mas o problema foi quando quisemos ir ao recreio ...

A Margarida Miranda



A Beatriz Simão

Se os bichos se vestissem como gente

Hoje fomos ouvir a história "Se os bichos se vestissem como gente" à Casa do Folhas. É uma história muito disparatada acerca do que acontecia se os animais se vestissem como as pessoas. Foi muito divertido...

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A Casinha de Chocolate

Ao mesmo tempo que uns meninos faziam o comboio do Martinho, outros faziam a maqueta da Casinha de Chocolate, outra história que também ouvimos na Casa do Folhas.

O comboio do Martinho

Decidimos nesta sexta-feira concretizar o tal projecto de fazer o comboio da história do Martinho, aquele que fez xixi no dia de Reis ... mas ainda não terminámos. Algumas fotos ...

Gráfico dos mascarados

Na quinta-feira de manhã, cada um de nós desenhou do que se mascarou num pequeno papel e de tarde fizemos um gráfico. Fizemos assim, como mostram as imagens. Concluímos que o maior número de máscaras foi o de Princesas - 4 meninas - e o de Zorros - 2 zorros.


terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Feliz Carnaval






Nem eu resisti a publicar estes lindos Arlequins, do pintor russo Victor Nizovtsev que vi aqui, no blogue da Lenita.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Para finalizar o dia ...



O tradicional lanche partilhado, porque estávamos todos com fome. Obrigado aos pais pela participação e feliz Carnaval para todos.

Sambinha Galego

Finalmente a apresentação do Sambinha Galego ...


Carnaval 2010

Palavras para quê? Som e imagem, para mostrar a nossa alegria...




Podem ver mais coisas aqui, na Casa do Folhas.

Máscaras em casa

Enfeitámos uma máscara de Carnaval em casa, com os pais. E aqui está o resultado:

Maracas ou fantoches?



Começámos por fazer umas maracas, que rapidamente se transformaram em fantoches, pois à medida que cada um de nós ia fazendo a sua, ia acrescentando coisas novas e diferentes,influenciado pelos anteriores. Ficaram ... lindas!


 


Saia de trapos


Pensámos que era preciso uma saia para a Leonor (pequena!) vestir no grupo do Sambinha Galego (grupo constituído por em elemento de cada grupo e ensaiados pela professora Cristina Gonçalves), que nos vai fazer uma surpresa na sexta-feira, antes do Carnaval. Então, a Inês teve uma brilhante ideia: e se fizéssemos uma saia às tirinhas de tecido? Ficou muito gira, embora depois a Leonor tenha vestido um outro acessório ...mas não faz mal, fica para brincarmos na sala e foi da maneira que alguns meninos aprenderam a dar nós ...

Rosto de palhaço

O Matias tinha escolhido um livro para levar para casa no fim-de-semana, cuja capa era o rosto de um palhaço e resolvemos fazer esse palhaço em grande. A Inês começou por desenhar um círculo gigante, mas como parecia um ovo, a Leonor deu uma ajuda a desenhá-lo para depois pintarmos. E ficou assim ...

Brincar com as palavras

Seguindo um trabalho da Juca, pensámos em palavras associadas a Carnaval. A Leonor escreveu-as num papel e depois, alguns de nós, dois a dois, escreveu-as no computador utilizando o wordle, uma ferramenta da web 2.0. O resultado da combinação das palavras que permite é muito bonito.


No site Jardins Saudáveis também vimos uma outra ferramenta semelhante que é o worditout.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

"A Fada Palavrinha e o Gigante das Bibliotecas"

Após 4 dias de ausência da escola, por motivos de saúde, de tarde lá fomos nós ver as surpresas que vinham no Baú que estava na Casa do Folhas. O Pedro preparou-nos uma bela surpresa! Ora espreitem aqui, na Casa do Folhas...
E aqui mais algumas fotos ...


Gostámos muito desta surpresa...

"A ovelha carlota"

No dia 29, dia em que fomos de manhã visitar as cadelas da Leonor, de tarde fomos à Casa do Folhas ouvir a história "A Ovelha Carlota", de Anu Stohner, da K Editora.
Esta é a história :



E aqui, na Casa do Folhas, mostramos o que se passou.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

O que queremos para os nossos filhos



Vídeo brilhante que vi aqui

 
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