quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Que em 2010 ...

...não sejamos precipitados como os 3 Porquinhos no Natal e que a calma reine em nossos dias...
Um vídeo delicioso ... video

sábado, 26 de dezembro de 2009

Avaliação 1º Período

avaliação 1º período 2009-2010

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Tudo o que sei, aprendi no Jardim de Infância



"Tudo o que devo saber mesmo para viver, que fazer e como ser, aprendi-o num Jardim Infantil.
A sabedoria não estava no cume da mais alta montanha, no último ano de um curso superior, mas no recreio da minha escola.
Cá estão as coisas que aprendi:
Partilhar tudo com os companheiros.
Respeitar as regras do Jogo.
Não bater em ninguém.
Guardar as coisas no sítio onde estavam.
Manter sempre tudo limpo.
Não mexer nas coisas dos outros.
Pedir desculpa quando se magoa alguém.
Lavar as mãos antes de comer.
Puxar o autoclismo.
Biscoitos quentes e leite frio fazem bem à saúde.
Viver uma vida equilibrada: estudar, pensar, desenhar, pintar, cantar, dançar, brincar, trabalhar, fazer de tudo um pouco todos os dias.
Dormir a sesta todas as tardes. E ao sair à rua ter cuidado com o trânsito, dar a mão ao companheiro e prestar atenção à professora...."

Robert Fulghum
"Tudo o que sei aprendi no Jardim infantil"

Saúde

Porque a àrea da Saúde me interessa particularmente, ver, a quem interessar, Alimentação em Tempos de Gripe, um Livro com receitas para os mais novos, Receitas para uma Ceia de Natal mais Saudável , Importância de um pequeno-almoço saudável e ainda algumas Dicas para Escolhas Alimentares Saudáveis e Económicas.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Feliz Natal



A escola portuguesa é laica desde da Constituição da I Republica, e já lá vão 100 anos. Quer isso dizer, que a escola não professa, nem deve promover a prática de qualquer religião, por respeito por todas as religiões, por respeito pela crença religiosa de cada família e de cada aluno. Se isto é verdade, é verdade também que o próprio calendário escolar está organizado em torno das principais festividades católicas e, assim, reflecte-se na prática das escolas, por exemplo, a vivência do Natal e da Páscoa. Na nossa prática pedagógica promove-se o respeito pelas diferenças, que não são só as físicas, mas também as das ideias e das crenças, não havendo verdades absolutas em relação a coisa alguma (a não ser, talvez, as verdades de âmbito científico), devendo existir, e isso sim, a vivência dos valores fundamentais, para que possamos viver em cidadania e democracia.

E que neste Natal, como em todos os dias das nossas vidas, sejamos saudáveis, felizes, solidários, amigos, tolerantes ... em paz connosco, com a vida e com os outros.

Feliz Natal.

Teatro de Natal "Estrelinha mágica"




O nosso Teatro de Natal foi apresentado por alunos de todas as salas e pelas professoras Cristina Gonçalves, Carla Vilar e Eulália e as educadoras Margarida e Susana. A Este teatro assistiram todas as crianças e uma última sessão foi aberta aos pais e, dada a afluência, foi feita uma segunda sessão. Seguidamente, perto das 15:15, realizou-se o lanche conjunto.
Às minhas colegas e às crianças expresso o meu agradecimento por este belo momento.

Outras fotos da semana



  


Nesta semana também ocorreu o sismo e não podíamos deixar de reforçar os comportamentos a ter numa situação como esta que agora foi vivida. Outros sítios a consultar (fornecidos aqui) : aqui, aqui, aqui e aqui.

Presépios

Uma exposição de presépios realizados em casa com as crianças, foi uma das propostas desta semana. Aqui estão algumas fotos alusivas a essa actividade. Todos as famílias estão de parabéns.

Coros de Natal

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Calendário para 2010

Quisemos fazer uma prenda para iniciar o ano de 2010.

Pedidos ao Menino Jesus

Elaborar o painel da Sagrada Família

Programa da Semana do Natal

Passa o conto


No dia 9, o "Passa o conto" (é um conto que passou por todas as salas e é, por isso, um conto colectivo) "passou" na nossa sala e este foi o texto que fizemos em conjunto:

E no dia 16 fomos à Casa do Folhas ver a história completa. Conta a história de uma família numerosa que prepara o seu Natal. Estava muito bonita.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Reflectindo acerca do papel da escola e da família ...

Fui abordada há uns dias, por um encarregado de educação, para esclarecimento acerca de sugestões feitas por mim ao seu educando, relativamente ao seu lanche da manhã, tendo em vista um lanche mais variado e mais saudável, à luz do nosso conhecimento sobre o assunto. Desde daí, e foi apenas a alguns dias atrás, tenho reflectido bastante acerca desse “pedido de esclarecimento” e acerca do “mas cabe-nos a nós, família, …” .
Assim, neste espaço público, mas que não se quer anónimo (pelo menos para as 25 crianças e respectivas famílias, que “habitam” o espaço onde trabalho, durante um tempo útil superior àquele que habitam as suas próprias casa, pelo menos para algumas crianças), parece-me importante reforçar, também aqui, o seguinte: já a Constituição da República refere no seu Artigo 36.º, ponto 5, que “Os pais têm o direito e o dever de educação e manutenção dos filhos” e também as Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar, referem que “a educação pré-escolar é a primeira etapa da educação básica no processo de educação ao longo da vida, sendo complementar da acção educativa da família”. Pois bem, quer isto dizer que a escola não pretende substituir a família num direito e num dever que é seu exclusivamente, mas tem com ela relações de “parceria no que se relaciona com a educação da criança”, ou seja, como técnico de educação, qualificado para o desempenho das suas funções, qualquer professor tem o direito, o dever e a obrigação de promover a aprendizagem dos seus alunos e também, a aconselhar os encarregados de educação acerca de qualquer assunto que se relacione com o bem-estar, saúde e educação do seu/sua filho/a. Contudo, compete aos pais, ou aos seus substitutos, aceitar ou não esse aconselhamento, pois a criança é da sua responsabilidade. No entanto, é da responsabilidade do educador tudo aquilo que veicula dentro e fora da sua sala de aula, tendo plena consciência do “impacto” que as suas palavras têm sobre as crianças, fundamentando-se teoricamente num quadro referencial que se consubstanciou na sua formação académica. No meu caso, e para tranquilizar, e mesmo esclarecer qualquer dúvida acerca da minha prática, refiro que a área das Ciências da Educação e a área da Saúde, são áreas na qual me “movimento muito bem”, pois adquiri formação específica em ambas as áreas, para além do bacharelato em Educação de Infância (obtido em 1984), que me habilita para a docência.
Educador reflexivo sobre a sua prática, constantemente procuro o esclarecimento de qualquer dúvida que me surja e, geralmente, encontro a resposta na formação contínua ou no diálogo com outros docentes. Também tem sido através da formação contínua, primeiro através da licenciatura (Ciências da Educação, FPCEL) e depois através do mestrado (Saúde Escolar, FML), a que se acrescenta a participação em inúmeras acções de formação de curta e longa duração, congressos, seminários e encontros, que tenho também progredido na carreira, assim como tenho, fruto dessa formação e reflexão, evoluído qualitativamente no desempenho das minhas funções. Tudo isto, apenas para dizer que, embora o conhecimento seja ilimitado e que temos a noção do quanto limitado é o conhecimento de cada um relativamente a um todo, nada do que afirmo, ou faço, perante uma criança, é feito de forma irreflectida e/ou ao acaso. E quando não sei, apenas digo:”olha, eu não sei, mas vou procurar saber”. E não deve ser assim que todos nos devemos posicionar na vida? Com honestidade e humildade perante o nosso saber e as nossas limitações? Honestidade e humildade perante o outro?

E, por favor, se este post lhe merece algum tipo de comentário, por favor identifique-se. Não o faça anonimamente.
Obrigado.

Em relação a este post, ontem, dia 1 de Janeiro de 2010,uma amiga que desempenha funções na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa como Técnica Superior de Educação e que acompanha crianças negligenciadas pela família,salientou-me o seguinte: o papel da família termina quando maltrata ou negligencia a criança e, nessa situação, a escola, e mesmo a sociedade, tem de desempenhar o seu papel, intervindo a favor do bem-estar da criança. Os maus-tratos não são apenas os físicos e os emocionais, mas também os alimentares e os pais de uma criança obesa devem ser referenciados aos organismos competentes para uma intervenção junto destes, tendo em vista o interesse superior da criança.
Segundo a Organização Mundial de Saúde uma criança ou adolescente é considerado obeso quando o seu índice de massa corporal (IMC) é igual ou superior ao percentil 95.
Mais alguma informação aqui.
Amiga Luísa, agradeço o teu contributo, foi uma mais-valia importante.

domingo, 6 de dezembro de 2009

E você, ainda se recorda do espírito natalício?



Um vídeo partilhado pela lista RBE (obrigado, Ana)

 
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